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Actualmente, os balões de ar
quente são utilizados, apenas, com fins lúdicos e/ou desportivos.
Após as
primeiras experiências e
os primeiros voos, os balões foram confrontados com algumas evoluções que
ditaram o fim de outras utilizações.
Primeiro, foi a descoberta
da reduzida densidade do hidrogénio, que permitiu conceber e usar balões cheios
deste gás, em substituição do ar aquecido, com a vantagem de não necessitarem de
operador a bordo, em certas operações.
Durante a Grande Guerra
(1914-1918) foram feitas barreiras com balões, para impedir a passagem da
aviação. Eram balões de gás.
Na segunda guerra mundial
(1939-1945) os japoneses largaram balões com pequenas cargas explosivas que
voavam até aos EUA, onde rebentaram sem grandes consequências. Eram, também,
balões de gás.
Durante o período conhecido por
Guerra Fria, os EUA usaram balões que circundavam a Terra a grande altitude em
missões de espionagem transmitindo, do Bloco de Leste, informações consideradas
úteis. Eram balões de gás.
Finalmente, o balonismo de
transporte ou de guerra, viu a seu fim determinado, quando os dirigíveis e os
aviões vieram demonstrar que era possível voar com outros meios, mais eficazes,
mais fiáveis e mais rápidos.
Restava, ao balonismo, o lazer e o
desporto.
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