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áfrica 2008 |
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objectivos
Na actual aviação, não há
muito para demonstrar e os
maiores problemas que se nos colocam, sabemos, serão logísticos e
ultrapassáveis com organização.
Resta, então, o quê?
Iremos terminar a viagem em S.Tomé e Príncipe, onde o aeroclube
local, partilhará connosco uma cerimónia que assinalará os
80 anos da primeira aterragem.
A
chegada à linha do Equador, no Ilhéu das Rolas, permitirá
recordar o trabalho de um outro aviador português,
Gago Coutinho
que, entre 1915 e 1918, numa missão naquela linha, como
geógrafo, marcou a linha separadora dos dois hemisférios.
São óptimos motivos, a que acrescentamos dois factos da maior
importância: a primeira aterragem foi feita, exactamente, por
Celestino Pais Ramos, durante a viagem que estaremos a recordar
e o Aeroclube de S.Tomé, fundado em 1947, foi reactivado com a
colaboração da aviação desportiva portuguesa que, agora, voa até
lá.
Não fosse o facto de se tratar de uma viagem no continente
africano, os objectivos apontados seriam suficientes.
Mas vamos voar os ares de um continente enorme, onde são,
igualmente, enormes
os problemas da fome e dos refugiados.
E
não conseguimos ficar indiferentes.
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